Pandemia faz omnichannel escalar. Criativos dinâmicos idem.

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Segundo estudo da empresa especializada em streaming Innovid, o incremento do uso multicanal ou, mais apropriadamente, omnichannel, já que os canais são utilizados de forma concomitante pelos usuários e consumidores o tempo todo, always on, cresceu fortemente durante o ano passado, muito em função e como decorrência da pandemia.

 

Os serviços de streaming explodiram, invadindo múltiplas telas. 

 

A empresa analisou bilhões de impressões geradas por 550 anunciantes e entre os achados está o fato de que a TV Conectada foi um dos ambientes que mais registrou crescimento de uso, tanto individual, como compartilhado.

 

Esse fenômeno impõe a agências e anunciantes um posicionamento diante de seus investimentos de marketing menos focado e mais diversificado para atingir todos os pontos de contato agora à disposição e fortemente utilizados por usuários e consumidores. O marketing mídia mix ficou mais complexo, ao mesmo tempo que mais abrangente e preciso. A palavra omni passou a ser chave em toda estratégia de mercado e essa parece ser uma tendência que se acelerou durante a pandemia, mas que deve permanecer relevante mesmo após sua desaceleração.

 

O volume de impressões em TVs Conectadas subiu 60% em relação a 2019. Tanto nos EUA, como na América Latina, esse incremento aconteceu claramente. 

 

O celular foi um dos grandes impulsionadores do fenômeno omnichannel, tendo registrado incremento de 43% em volume de impressões de vídeo globalmente, responsável por nada menos que 68% das impressões de display ads internacionalmente.

 

Enquanto isso, o PC continua seu movimento de declínio, ficando com apenas 16% das impressões globais.

 

De todas as impressões de vídeo globalmente, aquelas ativadas por programática foram as que mais cresceram: 54%.

 

Enquanto esse fenômeno acontece, outro, igualmente relevante, aparece na pesquisa da Innovid: o incremento no uso de criativos dinâmicos em vídeo, tendo sido registrado um incremento de 309% nesse tipo de recurso tecnológico, altamente compatível com a compra programática de mídia e a distribuição altamente segmentada.

 

Enquanto o consumo de conteúdo e serviços vira cada vez mais omni, a produção da comunicação se torna cada vez mais dinâmica e anabolizada pela tecnologias automatizadas. Sinal dos tempos. 

 

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