VR/AR com dados de performance? Oba!

Por Pyr Marcondes | 19 julho 2017

Tenho com alguma frequência comentado que as tão badaladas tecnologias de AR/VR são hoje ainda experimentos de laboratório. Nós, os ratinhos.

Trata-se de recursos em estágio primitivo de evolução. Ninguém tem modelo de negócios sustentável para elas. Seu uso segue limitado a experimentos de balcão e show off para a mídia. Isso porque as duas tecnologias são caras e sua disseminação complexa para públicos maiores do que um show-room especial na sede de uma flag-ship store de uma companhia aérea.

Aí, quem puder experimentar, vai viajar ao Azerbaijão sentadinho numa poltrona de luxo na sede da Air France na Champs Elisée, por exemplo. Mas não é muito mais que isso.

Fenômenos como o Pokemón Go são esporádicos e a exceção que confirma regra. Quantos Pokemóns Go conhecemos, não é?

Pois vem exatamente do mundo dos games uma primeira luz que pode ajudar (veja caro leitor, apenas ajudar, contribuir, dar uma forcinha) para a quebra dessas barreiras todas: os caras estão começando a medir o nível de interação dos players em jogos com VR. E assim começamos a ter métricas de performance a mão. Oba!

Quem se destaca nesse pioneirismo são os devs do Survios, um estúdio desse tipo de jogos. Seus lançamentos estão listados entre os primeiros nos rankings de jogos mais bem sucedidos no setor. Por causa dos dados.

De posse de informações de comportamentos de sua audiência em pleno jogo, os criadores podem incrementar determinados recursos e conhecer mais e mais do perfil de cada jogador.

O próximo passo será incluir marcas nessa jornada, tendo elas à mão indicadores de performance de sua aparição nesse universo paralelo das realidades fluidas (aquelas que são realidade, mas não são reais, se é que me entende).

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