Prospecting ou Retargeting? Os dois, más só com ajuda de máquinas.

Por Pyr Marcondes | 18 julho 2017

A jornada do consumidor é hoje, em verdade, quase uma incógnita para gestores de marketing. Em função do aumento exponencial da complexidade e diversidades dos pontos de contato e do “passeio” do consumidor pelo mundo de ofertas de comunicação e vendas hoje a sua disposição, acompanha-lo tornou-se “A” tarefa para marcas e operações comerciais em busca de conversão.

E aí vem a eterna dúvida: a verba de mídia deve ser investida em capturar com recorrência e persistência novos consumidores e tentar leva-los até a boca final do funil de conversão, ou a estratégia deveria ser usar o retargeting para bases já conhecidas buscando otimizar a eficácia do investimento (a chance de conversão da base conhecida chega a ser 70% maior que a de novos públicos)?

A resposta intuitiva que nos vem à cabeça é … um pouquinho dos dois. Certíssimo. Sem novos consumidores e usuários, em algum tempo a base conhecida ficará esgotada. No entanto, via retargeting o atingimento das metas que tiram o sono dos gestores de vendas e marketing é, sem dúvida, mais otimizada.

Pois há uma saída ótima para isso, embora nada simples: essa decisão hoje, na medida em que a tecnologia avança, não deverá mais ser entregue a pessoas, mas às máquinas.

Plataformas de Inteligência Artificial, através de recursos de Machine Learning, irão escolher o que fazer, como fazer, quanto fazer e quanto da verba disponível usar para cada tipo de atividade.

A complexidade dos ambientes de consumo e interação reais tornou-se de tal ordem e de tal magnitude, que não é mais possível assegurar alta assertividade apenas através de profissionais, mesmo os melhores do mercado.

Em verdade, a estrutura conceitual e a própria dinâmica em si das duas técnicas, prospecção e retargeting online, se fundamentam em princípios semelhantes. Estamos falando de, partindo de uma base de informações, selecionar os dados mais assertivos para otimizar uma tomada de decisão. Em ambos os casos, clusters de consumidores e/ou usuários serão selecionados e mensagens o mais personalizadas possível serão enviadas. Umas para atrair um novo público, outras para retroalimentar a cadeia junto a públicos já mais próximos.

Ambos os processos acabam por chegar a pessoas reais, com perfis específicos e estágios de contato com a marca igualmente específicos. A máquina tem capacidade de selecionar que tipo de conteúdo ou mensagem comercial enviar e que tipo de interação promover.

Não é nada, em verdade, muito simples. Ao contrário, estamos falando de processos complicados e, mesmo com máquinas, complexos de serem administrados.

Sem elas, hoje em dia, impossível.

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