Onde fica a criação, num mercado dominado pela automação?

Por Innovation Insider | 31 outubro 2017

Automação é distribuição. No máximo, suporte de produção. É ela que acerta o alvo, com precisão cada vez mais personalizada e preditiva, de toda ação de marketing e comunicação digital. É ela que otimiza os investimentos da nossa indústria (e isso é bom). E será ela que seguirá dominando essas atividades daqui para a frente.

Muito se tem discutido sobre qual seria então o papel da criação, num mercado assim, tão dominado pela automação.

A resposta é estúpida, de tão óbvia. A criação segue sendo a criação de sempre. Modificada talvez, mas para melhor e para mais fascinante ainda, pelos recursos de tecnologia, que passa a colocar à disposição dos criativos ferramentas e plataformas – que antes não eles tinham – para imaginar projetos originais de campanhas, produtos, aplicativos, engenhocas, ações promocionais, ativações no ponto de venda e em atividade experimentais ao vivo… enfim, um mundão sem fim de novas possibilidades. Lindo isso.

Assim, esperto o criativo que se inteirar mais e mais como a tecnologia pode ajudá-lo nesse novo ambiente.

Indo um pouco mais adiante ainda, esperto o criativo que entender como dados e todo o conhecimento que se tem hoje do consumidor pode ajudá-lo em seu trabalho.

Mas uma coisa é certa: criação continuará sendo tão vital quanto antes. Ou mais. Porque agora ela tem uma assertividade matadora a sua disposição, tornando a efetividade da comunicação ainda maior.

Criação é o que vai dentro da automação. Simples assim.

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