O que funciona e o que não funciona no Influencer Marketing

Por Innovation Insider | 14 Março 2016

Influencer marketing é uma das maiores tendências de 2016. Marcas de conteúdo de marketing estão se voltando para influenciadores para ajudar a combater a fuga do anúncio tradicional, porque eles trazem uma criatividade nova que oxigena o marketing.

Isso ocorre prioritariamente em vídeo, mas os influencers estão em toda parte.
Para falar com os públicos jovens essa tem sido uma das grandes armas do marketing atual, pois esse público muitas vezes coloca mais credibilidade nas celebridades do que em qualquer outra fonte de informação.

“Nós realmente aumentamos o nosso programa influenciador em 2015 e estamos entrando em 2016 com o mesmo apetite”, afirma Nick Bianchi, diretor de mídia social da AT & T, divulgado por relatório recente do eMarketer.

Influencer marketing, como o nome claramente define, é o uso de personalidades que se identifiquem com tal identidade com seus público-alvo a ponto de convencê-los de muitas coisas. Inclusive sobre o que devem consumir, como devem se relacionar com as marcas e qual o grau de fidelidade que devem manter com elas.

Nas plataformas sociais, o termo geralmente descreve o processo em que as empresas contratam celebridades, social media stars ou até mesmo especialistas em indústrias específicas (blogeiras de moda, etc.) para criar conteúdos em nome das marcas ou fornecer aval para as marcas.

A boa notícia é que está hoje muito mais fácil trabalhar com influenciadores de marca do que costumava ser. Agora existem redes estruturadas de influenciadores que intermediam esse trabalho, auxiliando na sua execução, coordenação e construindo junto com marcas e agências os resultados finais desejados pelas companhias.
Mas há ainda desafios nesse ambiente que merecem atenção:

1. Prepare-se para pagar em cash. Influenciadores tornaram-se menos dispostos a assumir uma compensação sob a forma de produtos ou viagens.

2. Olhe para além da celebridade. Uma atriz famosa ou uma estrela do YouTube com milhões de seguidores pode não ser o parceiro certo para sua marca. Para cada marca que teve uma campanha com influenciadores bem-sucedida, há outras que falharam porque não avaliaram adequadamente seus parceiros.

3. Esforce-se para uma relação simbiótica. As marcas de sucesso reconhecem que podem ajudar um influenciador, mas na mesma medida em que um influenciador pode ajudá-los.

4. Dê aos influenciadores liberdade criativa. Criatividade controlada não funciona. Muitas vezes é difícil para as marcas adotarem posturas mais flexíveis com a produção de conteúdos, mas confiar no conhecimento de um influenciador do que de fato funciona para o seu público é um passo importante.

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