NEW SOCIAL: Como as novas redes sociais podem ajudar os CMOs?

Por Innovation Insider | 09 dezembro 2015

O que de novo está acontecendo no reino em que Facebook é o rei e You Tube e Twitter são príncipes?

Há uma série de novas redes sociais no mercado, buscando seu próprio espaço nessa terra prometida do Social Market. Todas ainda buscando mostrar seu valor e seus diferenciais competitivos.

Para os CMOs, trata-se de um ambiente complexo e aparentemente mais cheio de promessas do que de entregas.

No entanto, num mundo em que todas as alternativas parecem cada vez mais passageiras e que nem sempre há certezas em tudo o que se faz mercadologicamente, ao menos conhecer as novas alternativas é a lição de casa básica que se exige.

Uma característica comum entre todas as novas plataformas é o senso de urgência. E de instantaneidade. Iniciada pioneiramente pelo Twitter, a tendência se multiplicou e parece ser hoje a pedra de toque de todas as novas redes sociais.

Pinterest – é a nova rede que aparece, em audiência e preferência dos internautas, mais próxima dos líderes (cerca de 250 milhões de usuários em todo o mundo, dependendo da fonte de pesquisa). É uma rede de compartilhamento de imagens e vídeos (os pins) em que os usuários criam painéis próprios, que podem ser separados por temas os mais diversos. Pinterest tem como diferencial a qualidade gráfica e estética de suas imagens. É um ambiente mais que apropriado para ações de marcas de moda, gastronomia, viagens e produtos de luxo em geral (como carros, joias, bolsas, etc.). Não se limita a esse tipo de uso, obviamente, mas é seu destaque preferencial. Usar Pinterest para construir imagem de marca e envolver consumidores de gosto apurado é um dos usos privilegiados dessa rede social.

Instagram – Instagram é também uma rede de compartilhamento de fotos e vídeos, mas com apelo mais diversificado. Tem uma série de recursos para que seus usuários editem seus conteúdos e troquem impressões sobre o que está lá publicado, num ambiente descontraído e fun. Tornou-se lugar preferido por teens, com extensão para um público que vai até 25 anos. Para os profissionais de marketing é um recurso para criar perfis atraentes de produtos e serviços dirigidos a esse público. Imagem é a palavra-chave no Instagram, cujo símbolo é uma máquina fotográfica Polaroid. “Insta”, que está no nome da rede, vem de instantâneo. É uma rede do momento presente. Pode servir como suporte para prestação de serviços como exibir áreas externas e internas de redes de restaurantes ou de moda. Ou ainda mostrar a localização de pontos de venda.

Vine – Vine foi comprada pelo Twitter porque cresceu em audiência muito rapidamente (estimativamente, cerca de 50 milhões de usuários no mundo), mas também porque usa o mesmo princípio do conteúdo curto, para consumo imediato e de grande diversidade como seu diferencial. Só que no caso do Vine, em vez dos 140 caracteres de texto, são vídeos com seis segundos de duração, compartilhados em rede. Para usar, os internautas têm que baixar o app. É um ambiente fundamentalmente divertido e descontraído. Sem compromisso. É também essencialmente uma mobile social network. Ou seja, funciona no celular e esse é já um feature importante para o gestor de marketing: a instantaneidade móvel. Pode ser uma ferramenta para viralizar mensagens. Gerar buzz. Estimular seguidores. Incrementar tráfego e amplificar audiências.

Snapchat – Dentre todas as novas redes sociais é a que leva a ideia da fugacidade ao limite. A partir de imagens ou vídeos que podem ter até um segundo de duração (snap), é iniciada uma conversa (chat) entre os participantes. A imagem desaparece imediatamente após sua exibição. Também um aplicativo mobile, que precisa ser baixado no celular, o Snapchat para os profissionais de marketing é onde se pode criar um elo de conversação informal e casual com seus usuários e consumidores. E promover ofertas rápidas. Ou ainda ativar a experimentação de novos lançamentos. Criar concursos. Ou até atrelar a plataforma a operação de e-commerce, para ativar vendas.

Há dezenas de outras redes sociais emergentes. Para o profissional de marketing, elas propõem o desafio da atualização, bem como o dos riscos da experimentação. Medir ROI nelas é complicado. Primordialmente, são ferramentas de incremento ao relacionamento e à amplificação de mensagens. Eventualmente, de otimização de tráfego.

Para o bom ou para o mal, são elas as novas estrelas do Social Market. Um lugar para as marcas estarem, impreterivelmente.

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