INFLUENCER MARKETING: TRÊS REGRINHAS BÁSICAS PARA NÃO ESQUECER

Por Innovation Insider | 08 dezembro 2016

A recomendação por amigos e membros de sua mesma comunidade tem sido considerada uma das grandes transformações introduzidas pela internet no mundo das marcas e das compras online.

São essas recomendações que podem transformar a percepção de determinados produtos, amplificar a mensagem de determinadas campanhas, influenciar, enfim, a decisão de preferência dos consumidores e usuários na direção de ações específicas de seu comportamento online.

Influencer marketing é o nome dessa atividade que longe de ser nova, nasceu praticamente com a comunicação publicitária desde seus primórdios. Portanto, tem séculos. Antes, no entanto, era apenas ancorada em personalidades que de alguma forma exerciam carisma e tinham a simpatia de determinados tipos de público.

A internet amplificou o poder dessa capacidade de convencimento e persuasão, colocando muitas vezes líderes não necessariamente de domínio público geral, como estrelas e famosos, mas também elevou a esse patamar novas personalidades típicas do mundo digital, como blogeiros e vlogeiros, boa parte deles atuando em nichos específicos, mas nessas áreas, com poder considerável de influência, graças a seu carisma, suas mensagens, sua linguagem e a aderência daquilo que produzem online, diante de públicos específicos.

O gestor de marketing tem hoje em suas mãos, portanto, um poder ampliado de construção de diálogos com os mais diversos públicos: sem necessariamente abrir mão das tradicionais figuras célebres do mundo do show-bizz, dos esportes, da moda, da gastronomia, etc., agora pode contar também com um exército de novos influenciadores a sua disposição.

Seja num caso ou em outro, há pelo menos três cuidados e condições que o gestor de marketing deve observar, para tomar a decisão de investir ou não sua verba no mundo dos influencers.

1. O influenciador deve ser relevante para seu público-alvo

O conteúdo produzido pelo influenciador deve ser de nicho e completamente relevante para seu público-alvo. São escolhas verticais. Pode parecer óbvio, mas não é. Um influenciador com grande audiência não define necessariamente a melhor escolha. Uma grande influência num público que não é o seu não interessa. Obviamente, o alinhamento deve considerar também a adequação e imagem ao discurso da marca. Um notável jogador de futebol não terá necessariamente muito a contribuir numa campanha de um novo celular, a não ser que seus atributos de atleta sejam alinhados aos atributos e benefícios da marca.

2. O influenciador deve parecer ser genuíno e autêntico

Não há nada mais mortal para uma marca e para o próprio influenciador do que a falsidade e as mensagens forçadas, inverídicas, exageradas. Pior ainda, mentirosas e falsas. O influenciador tem na sua sinceridade e na integridade de suas opiniões e recomendações o seu maior patrimônio.

Mensagens fora de contexto, forçadas e oportunistas serão imediatamente identificadas, desmascaradas online e todo o investimento, além da imagem da marca, terão sido comprometidos em alguns posts ou alguns vídeos. Em contrapartida, mensagens genuínas e francas abrigam toques promocionais, recomendações de produtos e até indução a compra.

3. O influenciador deve estar ativo em mídias sociais e deve postar com frequência

O nível de atividade do influenciador nas mídias sociais é diretamente proporcional a quão longe a sua marca irá na internet. A frequência é vital. Será ela que irá alavancar a taxa de visitação em seu site ou seu e-commerce. Um número alto de posts e vídeos bem adequados as mensagens da marca irão gerar volumes de tráfego recorrente e será esse volume de tráfego que mudará, para cima, a curva de performance das atividades online de sua marca. Portanto, a atividade nas mídias sociais do influenciador, sob a forma de suas preferências, comentários e ações, pode ajudá-lo a avaliar a eficácia do seu influenciador no envolvimento com seu público.

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