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Fim dos APPs? Sim e não: eles vão para a nuvem.

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Estatísticas internacionais de institutos confiáveis dão conta de que, em média, os usuários de celular têm cerca de no máximo 10 aplicativos que de fato usam em seu dia a dia. Embora muitas vezes possam ter dezenas de ícones em sua telinha.

Isso significa que todas as vezes que uma empresa lança um novo APP (e são 4,2 milhões hoje a disposição espalhados pelo mundo, segundo os mesmos institutos) tem que levar em conta que estará mergulhando seu lançamento nesse oceano vermelho-sangue da concorrência digital contemporânea.

Então as companhias devem parar de produzir APPs? O especialista em mobile marketing e pioneiro mobile no Brasil, Leo Xavier, fundador e CEO da Ponto Mobi, do Grupo DAN, responde: “Aplicativos ainda serão muito baixados nos próximos anos e serão através deles que haverá grande parte das interações entre marcas, produtos e serviços com seus consumidores. Até mesmo porque ainda será o smartphone o mais pulverizado e poderoso dispositivo de conexão digital. Sim, todo poder aos Apps”.

Uma das saídas aguardadas para esse cenário aparentemente caótico, em que muitos já previram o fim dos APPs como os conhecemos, é que eles e suas funcionalidades sem dúvida extremamente úteis e práticas, migrem definitivamente para a nuvem e não precisem mais ser baixados, mas apenas remotamente acessados.

A mega-operação chinesa WeChat, algo parecida mas bem mais abrangente que Facebook, acaba de lançar algo nessa linha. Outros deverão vir na mesma direção.

Os aplicativos são o símbolo de uma era. A era em que o ambiente móvel invadiu nossas vidas de vez. Agora começamos a viver a fase 2.0 dessa era. A cloud-app era. Vamos ver se será mesmo assim.

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Pyr Marcondes é jornalista, consultor e autor. Foi repórter da revista IstoÉ, Jornal da Tarde e Playboy. Foi diretor editorial para o Grupo Meio & Mensagem desde a década de 90. Foi Sócio e Diretor de Criação na agência de publicidade Grottera & Cia. (TBWA) durante 10 anos. Foi Country Manager do portal StarMedia no Brasil. Co-fundador e CEO da Digital Strategy, consultoria pioneira em marketing e comunicação digital no País. Co-Fundador e Diretor de Marketing da FUN Generation, empresa de mobile marketing. Co-Fundador e Diretor da Superbrands Brasil (2005/2009). Consultor adjunto da BrandFinance, consultoria de marcas inglesa (2004/2005). Foi Diretor-Geral da Plataforma Proxxima, de marketing e comunicação digital do Grupo M&M. É hoje Diretor Geral da M&M Consulting, empresa de consultoria e negócios para a indústria do marketing digital. Pyr Marcondes é autor de inúmeros livros sobre história da propaganda e sobre marcas. É hoje referência na indústria digital brasileira. É palestrante, membro de conselhos e consultor.

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  1. Alguns erros de digitação na matéria. Fora isso empresas como ComScore, que acaba de publicar um estudo comparando MASLOW com usabilidade digital e apps, discorda em parte. Além disso, considerando que 2016 foi um ano de marcos no mobile, onde os minutos do mobile nos EUA excederam 1 bilhão/mês pela primeira vez, o Reino Unido registrou o maior número de minutos por mês investidos no mobile durante o ano, sete de dez usuários brasileiros da internet agora acessam via mobile resta perguntar: em qual cenário, país esta previsão se insere? Cada povo vive um momento distinto em usabilidade.

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