Fim dos APPs? Sim e não: eles vão para a nuvem.

Por Pyr Marcondes | 03 julho 2017

Estatísticas internacionais de institutos confiáveis dão conta de que, em média, os usuários de celular têm cerca de no máximo 10 aplicativos que de fato usam em seu dia a dia. Embora muitas vezes possam ter dezenas de ícones em sua telinha.

Isso significa que todas as vezes que uma empresa lança um novo APP (e são 4,2 milhões hoje a disposição espalhados pelo mundo, segundo os mesmos institutos) tem que levar em conta que estará mergulhando seu lançamento nesse oceano vermelho-sangue da concorrência digital contemporânea.

Então as companhias devem parar de produzir APPs? O especialista em mobile marketing e pioneiro mobile no Brasil, Leo Xavier, fundador e CEO da Ponto Mobi, do Grupo DAN, responde: “Aplicativos ainda serão muito baixados nos próximos anos e serão através deles que haverá grande parte das interações entre marcas, produtos e serviços com seus consumidores. Até mesmo porque ainda será o smartphone o mais pulverizado e poderoso dispositivo de conexão digital. Sim, todo poder aos Apps”.

Uma das saídas aguardadas para esse cenário aparentemente caótico, em que muitos já previram o fim dos APPs como os conhecemos, é que eles e suas funcionalidades sem dúvida extremamente úteis e práticas, migrem definitivamente para a nuvem e não precisem mais ser baixados, mas apenas remotamente acessados.

A mega-operação chinesa WeChat, algo parecida mas bem mais abrangente que Facebook, acaba de lançar algo nessa linha. Outros deverão vir na mesma direção.

Os aplicativos são o símbolo de uma era. A era em que o ambiente móvel invadiu nossas vidas de vez. Agora começamos a viver a fase 2.0 dessa era. A cloud-app era. Vamos ver se será mesmo assim.

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