Companhias necessitam engajar os consumidores nos canais digitais e isso é uma questão muito maior do que um simples desafio digital

Por Eduardo da Camara | 22 Abril 2016

Nunca estivemos tão conectados uns aos outros como nos dias atuais. Múltiplos dispositivos móveis tornaram-se mais do que simples chaves de acesso a conteúdos que estão consolidando a tomada de decisão de consumidores em um simples toque dos dedos. Milhares de insights gerados por dados estão sendo fundidos aos processos e promovendo novos momentos para os negócios, empresas e profissionais. Por causa disso, agora, temos a possibilidade de expor nossos sentimentos nas redes sociais e emitir opiniões em grupos de interesse.

Esse movimento tecnológico, por consequência, não atinge somente nossas vidas particulares. Nossas relações no ambiente corporativo com clientes, parceiros e colaboradores também estão passando por grandes mudanças. É uma transformação, também, na forma como trabalhamos.

Atualmente, as companhias necessitam engajar os consumidores nos canais digitais e isso é uma questão muito maior do que um simples desafio digital. A redução de oportunidades e o aumento de custos estão intimamente ligados a essa mudança e a um novo e verdadeiro modelo de negócios.

Um constante estado de inovação, acompanhado do correto conjunto de tecnologias, traz a possibilidade de organizações irem ao encontro das tendências mercadológicas atuais e atingirem novas oportunidades. O negócio digital não se refere a uma revolução, e sim a uma evolução de conceitos.

Essa nova maneira de se conectar não significa o lançamento de novos aplicativos para celulares, mas uma nova estratégia de integração de sistemas, velocidades e conceitos de negócios. Os usuários hoje buscam empresas que entendam seu passado e conectem-se a sua velocidade e estilo de vida atual. Para isso, o sistema precisa estar estável e integrado plenamente de forma ágil, apto a rodar novas tecnologias e ferramentas emergentes.

Entramos, aqui, em novos contextos, novos ambientes profissionais, em um mundo híbrido. E, para atingir esses objetivos, a criação de novos ativos digitais, como a integração, a interface de aplicações (API) e o realinhamento de processos, é essencial.

Porém, o que devemos buscar a partir daqui? Primeiramente, é necessário integrar os ativos já existentes, a sincronicidade entre apps novos e antigos, além dos sistemas e bancos de dados que permitam que as aplicações sejam carregadas com os dados corretos, na hora certa, por meio de processos inteligentes.

Em adição, a utilização constante e analítica das plataformas e de novos modelos de processos e negócios, o gerenciamento de serviço colaborativo e econômico em um ambiente híbrido, além do constante engajamento de todos os públicos, internos e externos, são essenciais para garantirmos a evolução constante da corporação e da forma como trabalhamos.

Processos mais analíticos e gerenciamento de todas as etapas com inteligência e engajamento para oferecer maior foco no consumidor. A experiência online provê a melhor plataforma, para envolver clientes, parceiros e funcionários em todos os canais digitais. Estando com todos esses elementos, o próximo questionamento mais importante que talvez devamos fazer será: você levará ou será levado pela sua indústria? Vamos pensar nisso.

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