Como o 5G vai anabolizar o marketing

Por Pyr Marcondes | 19 fevereiro 2018

Nestas Olimpíadas de Inverno na Coréia, a Intel colocou em teste o que está sendo considerado o primeiro experimento em 5G de porte na história do mundo telecom. E isso tem tudo a ver com marketing.

Uma das performances mais observadas por players do mundo telecom e, de resto, de todo o mundo dos negócios, nos Jogos de Pyeongchang, não foi a de um atleta, mas dessa nova tecnologia, que promete revolucionar nossas vidas.

Lá, a Intel testou sua plataforma de 5G móvel para a rede 5G da Korea Telecom. Os jogos ofereceram uma mostra-teste do que poderá vir a ser o 5G quando estiver penamente em operação e que promete ser até 10X mais rápido do que o 4G.

Embora existam outras implantações dispersas para 5G em 2018, elas não se tornarão amplamente acessíveis aos consumidores até 2019. E daí em diante, de forma cada vez mais abrangente e profunda.

Para o marketing isso terá impacto imenso. Veja algumas das áreas em que o 5G vai de fato mudar o jogo para o marketing:

A realidade virtual móvel (VR) será viável.
Uma das razões pelas quais a adoção de VR está paralisada é que não há componente móvel para a tecnologia. Mas a latência – o atraso no processamento e envio de dados – tornou a VR uma tecnologia de espectro limtiado a ambientes fechados e geograficametne llimitados. Com o 5G, a latência deixa de ser um problema. Isso pode significar, por exempo, que as empresas de mídia poderão enviar repórteres para cobrir eventos e transmiti-los de volta em VR. Os consumidores poderão gravar momentos como eles fazem com o vídeo e, em seguida, compartilhá-los em VR também. Isso se traduz em novas oportunidades para a publicidade baseada em VR e a comunicação de produtos em VR. Experimetnos que vemos hoje em pequena ecala, poderão ser experimentados em escalas muito maiores.

A comunicação sem fio vai se acelerar.
O 5G é tão rápido que os consumidores não precisarão mais de uma conexão de banda larga fixa em suas casas. Isso significa cortar o cabo para provedores de cabo e telecomunicações. O vídeo móvel será ainda mais acessível do que antes. Para os consumidores, a delimitação entre a TV tradicional e o vídeo on-demand baseado na Internet continuará a desaparecer, proporcionando uma entrada para empresas como a AT & T e o Facebook para se posicionarem como provedores de conteúdo.

Os objetos se tornarão veículos de marketing.
Com o 5G, em tese, todo objeto se transforma em um veículo para marketing. Os exemplos que já conhecemos por experimentos anteriores, ainda antes do 5G, são os nossos tênis, os óculos e os relógios. E alguns itens de vestir, como camisetas e unfirmes esportivos. Ah, e os carros e as geladeiras também. Mas tudo até agora foi teste, porque sem o 5G a conexão am altíssima velocidade não é possível e os recursos e possibilidades a disposição são ainda limitadas. Mas com o 5G operacional, além desses objetos e veículos poderem de fato ser usados em nivel de alta performance, também uma moto e um bicleta poderá ser instrumentos de marketing. Um garrafa de refrigerante ou uma lata de cerveja. Uma bola. Um liquidificador ou qualquer outro eletrodoméstico. A imaginação é o limite. Com tudo isso conectado, caberá as equipes de marketing serem criativas e imaginar usos cada vez mkais diferenciados e efetivos. É a IoT para marketing, finalmente.

As telecomunicações vão desafiar o duopólio Google-Facebook.
Tenho falado disso com frequência, mas a chegada das empresas de telecom no mundo da comunicação, do conteúdo, do entretenimento, da notícia e dos vídeos, fao hoje indiscutível monopólio do Facebook e do Google. Isso porque elas tem já hoje um tráfego gigantesco em seus pipes de conexaõ, mas não conseguem monetizá-lo ainda porque não entraram de vez no mundo da propaganda e das verbas de marketing. O único ponto fora da curva são os apicativos, que tenderão a ser web apps daqui apra a frente. E apenas um pedacinho da história. Quando os objetos entrarem em cena, esse tráfego, nas mãos das operadoras, poderá ser monetizado de forma muito mais intensa e efetiva. A geolocalização física se tornará muito mais importante. As telecomunicações, que controlam esses dados, serão, definitivamente, pleyers de peso no jogo. Estamso falando do controle do mundo dos dados e do tempo real na mão das operadoras. Fato revolucionário para o futuro do marketing.

Mais banda larga para áreas rurais.
Isso significa a incorporação de exércitos de novos consumidores hoje alijados da comunicação e da telecomunicação. E, ao final, da própria internet. Muitas áreas rurais que perderam a revolução da banda larga porque é muito dispendioso para as empresas de telecomunicações e cabo levar conexões a áreas escassamente povoadas do país, poderão ser atingidas pelao 5G, uma vez que é muito mais fácil configurar uma rede sem fio.

No geral, devido ao 5G, podemos esperar que já em 2019 muitas novidades estjeam a disposição dos profissionais de marketing e das marcas.

Cabe começar a planejar e testar plataformas e conceitos desde já.

(*) Com informações da videoink.

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