Assistentes de voz: legalzinhos, mas ainda uma aposta.

Por Pyr Marcondes | 05 janeiro 2018

A julgar pelo buzz na imprensa mundial, os assistentes de voz são já uma realidade consolidada e parte integrante forte de nossas vidas. A imprensa gosta de novidades. Mas exagera muitas vezes.

É mais uma vez o caso aqui.

Os assistentes de voz (e pode colocar os chat bots nessa conta, que são os mais difundidos) são ainda uma aposta. Acho até que uma aposta com chances enormes de serem a bola da vez, substituindo que sabe até as telas touch como o principal comando interativo das pessoas na web.

Mas o fato é que hoje, na real, pouco ainda se usa cotidianamente desses inteligentes e úteis, que nos atendem como mordomos permanentemente atentos e eficazes sempre que acionados.

E se formos investigar em que tipo de atividade eles são de fato mais utilizados, a constatação de que estamos ainda no mais primitivo e embrionário estágio de sua introdução em nossas vidas fica então mais que evidente.

Estamos falando ainda de atividades basiconas (veja gráfico). Pode até ser que seja esse o destino e a maior vocação desses assistentes e dessa tecnologia. Veremos.

Contatamos ainda que, mesmo quem já começou a usar não usa full, preferindo os métodos tradicionais (teclado e touch).

As atividades mais propícias e intuitivamente mais prontas para os assistentes de voz são chamadas telefônicas e busca de endereços, caminhando logo em seguida a solicitação de auxílio em tarefas domésticas, ditar textos e tocar músicas.

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